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Quatro vitórias em seis jogos e um fecho de fase de grupos que limpa a imagem deixada na goleada com o Barcelona. Em rigor, dificilmente se poderia pedir mais a este Sporting, que pela quarta vez este ano mostrou ser uma equipa bem superior ao Basileia.
Mas se as últimas imagens são as que ficam, então é justo reconhecer que, depois de uma primeira parte perfeitamente controlada, a que o golo de Yannick Djaló fez justiça, os leões se expuseram, no final da partida, a um sofrimento desnecessário.
A separar as duas faces da moeda, na exibição a dois tons do leão, fica a lesão sofrida por Vukcevic, no final da primeira parte, que o fez sair do relvado na maca, com a cabeça nas mãos. Depois de tudo o que tinha acontecido com o montenegrino, e do seus regresso feliz na Reboleia, foi esse o lance que, decididamente, retirou o sorriso à equipa.
Antes, o Sporting mostrara-se competente na forma como lidou com o ímpeto inicial de um Basileia, tão forte fisicamente como limitado nas ideias. Aos poucos, com Pereirinha bem a subir na direita e Moutinho lúcido a ligar o jogo a meio-campo, a velocidade de, Yannick sedento de oportunidades, começou a ser bem explorada.
Já depois de Derlei ter desperdiçado duas boas ocasiões (o brasileiro não esteve nas suas melhores noites), o lance que sentenciou o jogo, com Yannick a aparecer rapidamente para desviar um bom cruzamento de Izmailov.
O Basileia tentou reagir, mas continuaram a ser do Sporting as melhores jogadas. E só a paragem motivada pela lesão de Vukcevic, após pisadela de Huggel interrompeu a sensação de que a equipa de Paulo Bento tinha o jogo na mão.
Após o intervalo, já com Abel e Adrien em campo, o Sporting baixou o ritmo e recuou demasiado na defesa da vantagem mínima. O Basileia, sem melhorar a qualidade de jogo, aproximou-se mais vezes da área e em alguns momentos obrigou Tiago a mostrar que a prolongada inactividade não lhe fez perder reflexos.
O jogo terminou com o Sporting metido na sua área, numa contagem decrescente que na verdade tinha iniciado ao intervalo. Frente a um adversário como o Basileia, os leões não resistiram à ideia de que 45 minutos de qualidade seriam suficientes. E desta vez até foram.
Fonte:MaisFutebol
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